O papel de Satanás é do Hitler, de Mussolini, do presidente americano. O papel de Stálin na História da Redenção, e isto as massas religiosas precisam saber, é o de Josué. Moisés tirou o povo do Egito e o levou para Canaã, mas quem guiou o povo em Canaã foi Josué. Lênin fez a revolução e guiou o povo na direção do socialismo, mas quem guiou o povo no socialismo foi Stálin. Josué desalojou as sete nações, cananeus, jebuseus, heteus, girgazeus, amorreus, cananeus, jebuseus, e no lugar colocou os escravos saídos do Egito. Ora, Stálin desalojou o seu antítipo, ou seja, latifundiários, comandantes militares, clero, banqueiros, comerciantes, industriais, juízes. ESTÁ NA HORA DOS HOMENS OLHAREM STALIN COM OUTROS OLHOS, OS OLHOS DO ESPÍRITO E NÃO OS OLHOS DA CARNE.


  • Dinah Lemos
     Não entendo essa sua necessidade de levantar Stalin como bandeira, no
    Brasil. Essa bandeira sua conduz vc ao isolamento. Zumbi seria um herói brasileiro, outros, de todo o mundo tb. Mas Stalin?
  • Lúcio Júnior Espírito Santo
     é só uma retificação histórica.
    Ontem às 12:21 · ”}” href=”https://www.facebook.com/groups/391804767534769/458979374150641/?notif_t=group_activity#” id=”.reactRoot[61].[1][2][1]{comment458361444212434_458531040862141}.0.[1].0.[1].0.[1].[2]” style=”color: #3b5998; cursor: pointer; text-decoration: initial;” title=”Curtir este comentário”>Curtir
  • Dinah Lemos
     Ok. Interessante. Serve ao debate.
  • Gerson Soares de Melo
     Dinah, estamos no mesmo dilema dos primeiros cristãos. Em especial de Estevão. Como fez Estevão para explicar a nova fé? Partiu do seu ponto mais remoto, Abraão e foi passando por todos os heróis até chegar em Jesus. Como temos a missão de ganhar para o nosso lado os marxistas temos de fazer como Estevão, buscar a gênese da revolução para que eles possam compreender esse novo caminhar. E logicamente que se tem de passar por Stálin, em tudo que ele fez.
  • Dinah Lemos
     Discordo. Não vamos conseguir ficar juntos partindo do passado. O que pode
    nos unir está em uma sabedoria que surge no presente. O passado serve como rastro, só no que ele tem de mais consagrado, de mais evidente.
  • Gerson Soares de Melo
     A questão é uma só: somos a borboleta! Somos este ser novo, novíssimo! E temos de criar meios para que aqueles que são lagartas, no caso os marxistas, evoluam ao patamar também de lagartas. Não só em relação à questão dos marxistas, mas em relação a religiões que também, aparentemente, pertencem ao passado. Temos de criar pontes para que as pessoas se desliguem do passado e venham para o novo que se manifesta neste presente. É o caso do Lúcio que cada vez mais se aproxima deste novo. Criar o novo desligado por completo do passado, isto é possível? É possível. Mas temos de ser dialéticos, e evangelizar as pessoas, sejam elas quais e quem forem, para que se acordem para este novo presente.
  • Gerson Soares de Melo
     Talvez a imagem platônica diga respeito a nós. O cativo que se libertou, saiu fora da caverna e entrou no novo mundo da luz. E ele recebeu a missão de voltar na caverna e fazer sair para fora os seus companheiros. Não é uma tarefa fácil, porque a luz cega, quem estava acostumado na falta de luz da . Mas temos de prosseguir no trabalho de fazer sair fora da caverna. Conhecemos o caminho, e certamente que vamos envidar nossas forças para que mais e mais encontre o caminho das pedras.
  • Dinah Lemos
     Nós temos memória. Temos que reter só o que é consagrado, desta memória. Só aquilo que revela a ressurreição.
  • Dinah Lemos
     Vamos definir quais são as bandeiras consagradas: tempo livre, saude, lazer, cultura, dignidade para todos.
  • Gerson Soares de Melo
     Essa questão da bandeira consagrada é muito importante. Se olhamos para o passado temos de descobrir qual bandeira foi consagrada. Acredito que estamos naquele patamar em que Jesus disse que no final do tempo iria haver um peneiramento, separando o joio e trigo produzidos na História. Temos de avançar para estas bandeiras consagradas. Em uma palavra, o que foi e o que não foi verdadeiro. Embora muitos vão objetar com a questão da subjetividade. Mas temos de fazer esta escolha, este peneiramento, a partir do nosso referencial.
  • Dinah Lemos
     A novidade do PAREPA seria ele estar colocado em posição de critico do
    poder, qualquer que seja este. Não concorreria nunca ao executivo. Um
    partido sempre fiscalizador do poder, isto é, com um forte viés neo anarquista.
  • Dinah Lemos
     Um partido religioso.
  • Gerson Soares de Melo
     Acho que a missão do Parepa não se reduz em apenas fiscalizar o ato do executivo, mas muito mais propor alternativa ao executivo. Propô-la e implementá-la. Deus quer nos dar para ser cabeça e não cauda. Temos de lutar para prover a terra de uma real alternativa aos modelos existentes. Modelos que diga-se de passagem estão esgotados. A direita diz que o socialismo se esgotou, mas, e o capitalismo?
  • Gerson Soares de Melo
     Um partido religioso, mas também político, filosófico, teológico. Que lide com toda a realidade, quer seja a realidade espiritual, objeto da religião, quer ser a realidade material, objeto da política. Se mostrarmos uma faceta reducionista iremos ter poucos militantes, que na maioria das vezes ficarão sem ter ou sem saber o que fazer. Sartre disse que o Marxismo representava uma totalidade. Acho que quem representa a totalidade somos nós. Temos a visão das águias, 360 graus.
  • Gerson Soares de Melo
     Vejamos de que representamos a Totalidade e não o Marxismo: MATERIALISMO HISTÓRICO. COMUNA PRIMITIVA – escravatura- asiatismo – feudalismo – capitalismo – Socialismo – COMUNISMO. ESPIRITUALISMO HISTÓRICO. MONOTEÍSMO PRIMITIVO – animismo- totemismo-fetichismo-politeísmo-Judaísmo-CRISTIANISMO. É feito a pergunta: quem representa mais a totalidade, este novo pensamento que ora a Divindade desenvolve por nosso intermédio ou o Materialismo Histórico? No novo pensamento religião e política, material e espiritual, transcendência e imanência, aparecem em equilíbrio, as duas instâncias sendo fundamento, ao passo que no Materialismo Histórico não é bem assim. O fundamento é conferido a apenas um dos pólos da contradição, ao outro o papel de periferia. Quando concebido, como aparece em Marx, porque em outros pensadores materialistas, Feuerbach, por exemplo, só dão existência para um dos pólos da contradição negando que o outro possa existir senão o produto de uma mente infantil.
  • Dinah Lemos
     Não dá para o PAREPA se propor ao executivo porque teria de gerenciar o Capitalismo. Se ficar fora do Estado, poderá fazer uma revolução cultural e política permanente. Isso seria novo.
  • Gerson Soares de Melo
     Dinah Lemos Não entendo essa sua necessidade de levantar Stalin como bandeira, no
    Brasil. Essa bandeira sua conduz vc ao isolamento DINAH ISTO É UMA VERDADE. Levantar esta bandeira apenas trará o isolamento. Mas, é preciso esclarecer que quando tal questão, e não tal bandeira, é levantada, não é com a intenção de convertê-la numa práxis para o dia de hoje, mas é sim de retroceder no tempo, e com o nosso espírito, mergulhado naquele tempo, julgar aquelas questões. Sabemos que houve embate duro e pesado entre Marx e Proudhon, entre Lênin e Plekhhanov, entre Stálin e Trotsky, questões não resolvidas, porque um internauta, agora não lembro quem, disse que o Procurador da República Luis Francisco com o seu livro SOCIALISMO: UMA UTOPIA CRISTÃ teria lançado o apelo para o abandono do Marxismo e um retorno ao socialismo utópico, este sim em condições de um diálogo permanente e construtivo com o cristianismo; por outro intelectuais do PT fizeram circular um livreto (visto na Unesp de Presidente Prudente) clamando para um retorno ao Plekhanov. Temos sim de entrar nessas questões e mostrar o certo do verdadeiro. Porque senão a humanidade e a revolução irão retroceder, voltar para o velho. É preciso clarear essas questões.
  • Dinah Lemos
     Não é reduzir sua ação, é ampliá-la.
  • Gerson Soares de Melo
     dinah Lemos Não dá para o PAREPA se propor ao executivo porque teria de gerenciar o Capitalismo. É MUITO OPORTUNO E NECESSÁRIO AS NOSSAS DISCUSSÕES. Essa questão por ti colocada tem um fundo de verdade. É O PRÓPRIO PT! O PT se debate para tão somente gerenciar o capitalismo, brigando com o PSDB quem faz melhor esse papel. Mas acredito que a nossa entrada no sistema capitalista é a entrada da fruta sadia que vai regenerar as podres. Ou remover os seus aspectos podres e enxertar o novo. O PT foi a fruta sadia que disse que ao entrar no sistema capitalista iria regenerá-las. Só que o tiro saiu pela culatra. O sistema é quem apodreceu as frutas sadias do PT. Com a gente pode acontecer a mesma coisa?
  • Dinah Lemos
     Com certeza. Com quem quer que tente gerenciar o sistema atual aconteceria de inventarem explicações para tomar atitudes de “governabilidade”. O Capitalismo não vai cair sem antes tentar levar todo e qualquer ser humano em direção à morte ou à corrupção. Vc já tem um caminho sendo traçado pelo PT e seus adeptos, tem um caminho sendo traçado pela Marina e seus adeptos; vc já tem diversos caminhos de saída do Capitalismo via governabilidade, via racionalidade moderna. Isso tudo está emaranhado como em uma rede bem tecida e forte. O PAREPA não conseguiria entrar nessa ciranda ser ser absorvido; é quase uma questão de química. Não temos oposição popular, hoje, no Brasil; apenas movimentos dispersos. Juntar um grupo suficientemente grande para tomar o poder, nessa cultura do Espetáculo, e ainda ocupar o poder com a intenção de romper com o Capital Financeiro? Impossível. Quando esse partido estivesse com 20% dos votos, já começariam a ser corrompido seus membros, já fariam campanhas com muito dinheiro, para conseguir ganhar, etc…. E vc não vai conseguir construir um partido realmente inovador, com um povo comum que bota músicas em alto volume nas praias populares e diz que não tá nem aí pros outros; com um povo comum que adora a fórmula um, os carros velozes. com um povo comum que está acostumado a bater em mulher e trair. Por isso eu falo em um partido religioso, no sentido de que construa uma nova cultura e entenda esse construir como Sagrado, como vínculo com deuses ou com um Deus, conforme a preferência de cada um; um partido que aceite diferentes maneiras de sentir e entender o Divino. Concluindo: precisamos romper com tudo o que foi levado adiante, em política, até hoje, e com tudo o que foi levado adiante, em religião, até hoje. Voltar a Jesus é tentar recuperar o que ele fez em seu início, antes de ser crucificado e escrever uma nova bíblia, é considerar, nessa nova bíblia, a forte sabedoria do xamanismo primitivo, não esse xamanismo que é “vendido” hoje em dia, mas o mais primitivo xamanismo; voltar a Marx é recuperar o pensamento filosófico desse profeta, que dizia ser o trabalho alienado uma coisa destrutiva, portanto, é organizar uma reflexão de semi-ruptura com os paradigmas do modo industrial de organizar a riqueza e a vida cotidiana; entender o Leninismo é entender que uma liderança poderosa (no sentido de sábia) terá a capacidade de unificar a ação de multidões organizadas em pequenos movimentos e não querer voltar àquelas idéias estúpidas de subordinar descontentes; entender o Marxismo é entender que a revolução tem de ser permanente e internacional; entender o Marxismo é recuperar o valor dos primeiros movimentos anarquistas e não deixar a palavra “anarquismo” trancafiada em uma fé tola e simplória no voto nulo. O PAREPA poderia concorrer aqui ou ali, em certos casos, em municípios, ou em legislativos estaduais e municipais; poderia lançar uma espécie de anti-candidato ao governo central, poderia até ter candidatos à deputado federal, mas teria que ter o “ETHOS” de não querer governar isso que está aí. Só assim poderíamos levantar uma bandeira de QUATRO DIAS DE TRABALHO POR SEMANA E TRÊS MESES DE FÉRIAS e não sermos ridicularizados, e termos discurso para isso: diriam: mas não é possível; ao que responderíamos: então, vamos começar por um aumento de feriados nas sextas-feiras. A redução drástica da jornada é a principal bandeira para combatermos o trabalho alienado e a concentração de renda, para levantarmos a exequibilidade das práticas de reaproveitamento de lixo, hortas caseiras, mutirões de plantação em canteiros públicos, estudo largamente ampliado para todos, etc….A valorização dramática da vida privada, da vida doméstica, do trabalho doméstico e do cuidado das crianças depende da redução de jornadas de trabalho para, no mínimo, seis horas. Essa bandeira de oito horas da CUT é uma vergonha inútil e enganadora.
  • Dinah Lemos
     “Vejamos de que representamos a Totalidade e não o Marxismo: MATERIALISMO HISTÓRICO. COMUNA PRIMITIVA – escravatura- asiatismo – feudalismo – capitalismo – Socialismo – COMUNISMO. ESPIRITUALISMO HISTÓRICO. MONOTEÍSMO PRIMITIVO – animismo- totemismo-fetichismo-politeísmo-Judaísmo-CRISTIANISMO. É feito a pergunta: quem representa mais a totalidade, este novo pensamento que ora a Divindade desenvolve por nosso intermédio ou o Materialismo Histórico?”, Gerson Soares de Melo, falou. Comento: Não entendi aquela sucessão de formações e sistemas que vc colocou uma depois da outra. Mas….em primeiro lugar, não há uma totalidade a ser construída por nós, ou por quem quer que seja, a partir de uma idéia pré-concebida. Não sabemos o futuro e não podemos adivinhá-lo; do ponto de vista do lugar do Sagrado, já sabemos que o racionalismo moderno é louco e conduz a humanidade ao fracasso, sabemos que todas as religiões poderosas e monoteístas sustentam o capitalismo e conduzem um grande número de pessoas à exclusão ( os pagãos, os hereges, os excomungados, gays, mulheres libertárias, minorias, etnias diferentes, religiões diferentes, etc); do ponto de vista da filosofia racional, já sabemos que será preciso admitir tanto a propriedade privada, quanto o direito de todos ao mesmo quantum de dignidade e liberdade. Adotar o referencial do Sagrado é dizer que a verdade está muito além do que a governabilidade e a possibilidade científica ou técnica permitem; a verdade está no PARAÍSO, que não pode ser alcançado, mas que pode ser perseguido todos os dias e, que esse paraíso não está no campo da AUTORIDADE CIENTÍFICA, INTELECTUAL OU POLÍTICA, ele está no campo do desejo coletivo, da fé das pessoas comuns. Ser religioso é dizer: QUEREMOS O QUE É NOSSO, entendendo esse querer como uma espécie de ESPÍRITO ABSOLUTO que está posto pela intersecção e comunhão de todos os deuses e espíritos de cada um dos humanos comuns. Do “deus para si” de cada um, aquele deus que tem potência de devir, de definir o bem para seu ente abençoado.
  • Lúcio Júnior Espírito Santo
     é, dinah, eu acho que esse estado está podre e toma-lo via eleições não é prioridade a curto prazo, nao.
  • Douglas Ferreira Pires Barroso
     Cirúrgica e pontual Dinah,temos o exemplo do PCI Italiano que queimou o filme,oPCDOB com o novo Código Florestal e o PT.Fica claro que o Estado é um simulacro das elites coorporativa,do capital financeiro.temos que atuar fora dele,senão seguiremos o mesmo caminho.Andrea fumagalho,Toni negri,seleuze quando analisam a pós midernidade,do Fim das metanarrativas estão corretos.è certo que o Neoliberalismo foi a última metanarrativa.teremos que buscar na mecância quântica,na nova teoria biológica novos paradigmas.
  • Gerson Soares de Melo :
     Não entendi aquela sucessão de formações e sistemas que vc colocou uma depois da outra.
    A intenção foi de confrontar o Celestialismo Histórico, a visão histórica do socialismo celestial, com o Materialismo Histórico. O fenômeno religião no Materialismo Histórico ocupa um lugar marginal, de ideologia. Pertence à categoria da superestrutura, o espiritual como força a defender e preservar o econômico. Com a sucessão quis mostrar a isonomia entre as duas esferas, a religiosa e a política, o econômico e o espiritual. A religião é também infra-estrutura, de modo também a determinar seus objetos. Dependendo da situação e do tempo a política e o econômico são mais importantes, outras vezes quem é mais importante são a religião e o espiritual. Hoje, por exemplo, afirmo com todas as letras que a religião se tornou mais importante e mais necessária que a política para se fazer avançar a sociedade numa direção de desalienação. Tudo está corrompido, o rico, mas também o pobre; o patrão, mas também o empregado. Urge uma práxis que atue diretamente nos corações e nas sensibilidades. Que incuta e fecunde a moral e a ética em toda a sociedade. O gráfico da sucessão mostra claro que o mesmo processo que engendrou o socialismo foi o mesmo processo que engendrou o cristianismo. Um, o cristianismo, produto do teológico, e que tenho chamado de “ovário da História”; o outro, o socialismo, produto do materialismo, e que tenho chamado de “testículo da História”. Por analogia, é como se no Materialismo Histórico o espermatozóide tivesse mais valor que o óvulo. Muito mais um “machismo intelectual”, que submete, reduz, amordaça, a religião e todo o seu universo circunscrito.
  • Gerson Soares de Melo
     Douglas, cirurgica e pontual sua colocação. Mas não se pode comparar nós, do socialismo celestial, com o PCI, PCF,o PC do B, o PT. Todos estes falaram em mudanças MAS NEM UM ÚNICO PORTAVA PARADIGMA NOVO. Então quando eles falavam em mudança era na verdade que a realidade cambiante estava mudando eles, forçando eles à mudança para se adaptar a essa realidade cambiante. Tenho como certo que não é o nosso caso. Somos portadores sim de novo paradigma. Novo Paradigma que quando tiver a oportunidade de se confrontar com a realidade certamente que vai modificá-la e não ser modificada por ela, o caso exemplar do PT e PC do B. Estamos levantando sujeitos históricos a colocar do nosso lado, só um exemplo o moderno movimento pentecostal. Temos a missão de mostrar para os pentecostais que eles não estão em Jesus, mas a caminho de Jesus. Estarão em Jesus quando, ao lado da sua práxis religiosa, espiritual, acoplar também uma luta contra o capitalismo e a sua exploração.
  • Dinah Lemos
     Sim. Inclusive a questão dos novos paradigmas biológicos é decisiva. Uma parte da humanidade vai viver 120 anos, e a maioria vai viver 55. Será um
    pulo em direção a duas espécies diferentes.
    Gerson Soares de Melo
     É Dinah, isto é uma verdade. Hoje mesmo grande parte da população brasileira não tem acesso nem á saúde básica. Fui num posto de sáude para me consultar com um clínico geral, achei que iria ser atendido na hora, e o que vejo é que marcaram a consulta para dois meses depois. Veja bem, com clínico geral E NÃO COM ESPECIALISTA. Quando eu voltar lá daqui a dois meses, o mesmo me indicará especialista. E vou ter que marcar. Absurdo, é oito, nove meses para ser atendido. Logicamente que nós (digo eu) que pertence à esta grande maioria não tem como viver muito. MAS GOSTO DO PROFETA ISAÍAS: Não haverá mais um nenê de poucos dias procedente daquele lugar; nem ancião que não tenha cumprido os seus dias; pois morrer-se-á como mero rapaz, EMBORA DA IDADE DE CEM ANOS (…) Isaías 65.17-25. Morrer com cem anos, E COM SAUDE, será uma glória. Já bom demais. Por isso temos de lutar pelo Paraíso, pois Isaías está falando do Paraíso Redivivo.